quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Jogos prendem mais as pessoas online do que trocar e-mails

Cada vez mais as pessoas ligam-se à internet para jogar, e menos para falar através de um serviço de e-mail, diz um artigo no site do jornal Washington Post. Os videojogos deixaram de ser um nicho de entretenimento específico; agora são também uma plataforma de comunicação que, com o boom das redes sociais, conseguiu cativar uma nova audiência. O artigo é baseado num estudo do site “nielsenwire” onde os dados mostram que as redes sociais como o Facebook ou o Twitter e os videojogos sociais ultrapassam em muito a troca de e-mails.

Os videojogos poderão tornar-se a forma de entretenimento dominante deste século, pelo menos é o que empresas como a Disney e a Google pensam. Ambas deram já os primeiros passos no desenvolvimento de jogos sociais, a primeira ao comprar a Playdom – empresa responsável por muitos dos jogos para aparelhos da Apple – por cerca de 426 milhões de euros, e a segunda ao encontrar-se neste momento em conversas com produtoras de videojogos para conseguir lançar o portal Google Games.

A razão fundamental é que a maior parte das pessoas acha mais divertido falar com amigos ou familiares enquanto participam todos numa actividade conjunta. Quase que remete para os antigos serões familiares em que todos socializavam com a desculpa de jogarem Monopólio, Scrabble ou às cartas, e, no fundo, a premissa continua a mesma, mas através do computador e do iPhone e com os participantes afastados por milhares e milhares de quilómetros.

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